COMUNICADO À IMPRENSA

Contacto:
João Pedro de Magalhães
FUNDP. URBC. Rue de Bruxelles, 61.
B-5000 Namur. Bélgica.
Telefone: unavailable online
Telemóvel: not available online
Fax: unavailable online
http://jp.senescence.info/contact.php
http://www.senescence.info

Cientista Português Considera uma Cura para o Envelhecimento Provável Neste Século

Namur, Bélgica - 11/03/03 - Um cientista português argumenta na edição de Março-Abril da revista Americana The Futurist que o envelhecimento poderá ser curado ainda no decorrer deste século. João Pedro de Magalhães, da Universidade de Namur na Bélgica, nota que os avanços recentes em modelos animais têm sido extraordinários. Intervenções genéticas permitem já aumentar a longevidade de ratinhos em mais de 50%. Dentro de algumas décadas, defende o cientista português, poderá ser possível abrandar o envelhecimento humano e a perspectiva de curar o envelhecimento é uma possibilidade real já neste século.

Apesar da longevidade média nos países desenvolvidos ter aumentado mais de 50% nos últimos 100 anos, só agora começamos a compreender o processo do envelhecimento. Na sua análise dos recentes progressos na biologia do envelhecimento, o cientista português nota o grande número de modificações genéticas que permitem abrandar o envelhecimento em vários modelos animais como moscas, minhocas e ratinhos. As perspectivas futuras são ainda mais excitantes. Existem vários grupos a tentar desenvolver terapias que permitam abrandar o envelhecimento humano. Por exemplo, o investigador da Universidade de Cambridge Aubrey de Grey planeia integrar mecanismos de reparação molecular em células humanas por forma a reverter o envelhecimento em seres humanos. Com efeito, cientistas da empresa Californiana Geron já conseguiram em 1998 “curar” o envelhecimento celular em alguns tipos de células humanas. O optimismo do cientista português é partilhado por outros especialistas na área do envelhecimento, como o Professor Michal Jazwinski da Universidade da Louisiana nos Estados Unidos que afirma que “É possível que algumas pessoas vivas neste momento possam estar vivas daqui por 400 anos.”

As implicações de avanços na biologia do envelhecimento têm sido esquecidas pela sociedade. Como a clonagem demonstrou, avanços científicos podem apanhar a sociedade desprevenida com consequências negativas. O cientista português argumenta que um debate sobre as implicações de um aumento drástico na longevidade humana é necessário. Por exemplo, o actual sistema judicial deixaria de fazer sentido se a esperança média de vida fosse de 500 anos. A sociedade humana mudaria de forma radical. A ideia de ter avós que joguem futebol melhor do que nós é uma das visões do futuro proposto por João Pedro de Magalhães, um jovem microbiólogo originário do Porto a fazer o doutoramento em biologia do envelhecimento na Universidade de Namur na Bélgica.

Para mais informações: http://www.senescence.info
Para obter o artigo contactar a World Futurist Society: http://www.wfs.org/futcontma03.htm (The Futurist, March-April issue, páginas 48-50).
Contacto: http://jp.senescence.info/contact.php
Telefone: unavailable online

# # #


Thank you for visiting my website. Please feel free to contact me if you have any questions, ideas, comments or suggestions.

Copyright © 2003 by João Pedro de Magalhães. All rights reserved.